Dia lindo! Finalmente o sol apareceu pra colorir a vida. Não, eu não vou reclamar do frio, porque alguém vai dizer: "O sol tá quente" e tenho certeza que muitos doentes estão com o ar condicionado de seus escritórios/casas/carros ligados no gelado. Também não vou comentar da madrugada gélida que tivemos, que às 7h estava 9,2° (informação da Somar Metereologia) e às 13h estava 29,1° (informação do meu termômetro da sacada). Legal, né? Uma variação de 20 graus! Saí na rua há pouco tempo e passei frio, vestindo calça, blusa, casaco e chinelo. No sol até que fica levemente agradável, mas agora dentro de casa com o sol batendo na minha cara tô louca de calor! Já tirei o casaco, fiz a calça virar bermuda e estou suando. Mas eu não vou falar disso, agora não, vou falar o que eu quero mesmo falar.
Não entendo qual a dificuldade que algumas (muitas) pessoas têm de nos chamar pelo nome. Dá pra entender quando, por exemplo, a criatura se chama "Onigmolino", como um senhor que conheci há alguns anos. Aí é perdoável chamá-lo pelo sobrenome, apelido, codinome ou o caralho-a-quatro, mas nomes comuns e fáceis não têm mistério, é simples e não dói. Liguei agora pouco pra pedir água mineral e a menina perguntou meu nome, eu respondi e logo ela já usou o diminutivo dele pra fazer as outras perguntas. Eu disse com todas as oito letras em alto e bom som meu nome e ela decidiu me chamar por um apelido sem eu dar essa liberdade. Tá certo que todas as pessoas que me conhecem me chamam pelo diminutivo, mas eu acabei de conhecer a "moça da água" e ela já vem com intimidades? Não gosto disso. É, eu sou chata.
Mas o pior ainda estava por vir. Perguntei quanto tempo levaria para fazer a entrega e com a maior naturalidade ela me disse: "Olha meu anjo apesar do movimento, te entrego até às 16:30". Ela me chamou de MEU ANJO! Ultrajante! Não era mais o diminutivo do meu nome, agora era um apelido carinhoso e ridículo. Sinto que agora sou íntima da moça da água, vou aproveitar e pedir dinheiro emprestado pra ela, se eu sou um anjo devo ser confiável, né? As pessoas confiam nos seus anjos. Eu nem sei se acredito em Deus, imagina em anjos? Porra, eu não sou um anjo, eu poderia ser uma assassina em série matadora de entregadores de água, aí será que ela se sentiria bem tendo sido tão minha amiga? Eu poderia ser amante do marido dela. Eu poderia ser a Suzane Richthofen. Ou pior ainda eu poderia ser a Miranda Priestly, do Diabo Veste Prada. Entendo que alguns vão dizer: "É modo de falar, não seja tão implicante", mas eu não gosto disso! Crianças podem ser chamadas de anjo, não que eu concorde, mas elas têm mais chance de pelo menos parecerem seres angelicais. E eu não sou criança, garanto que sou mais velha que a moça da água. Será que tenho voz de criança? Minha voz é de taquara rachada eu sei, mas não serve como voz de criança, né? Tipo a Iara Jamra, aquela atriz que faz a Nina no Rá-Tim-Bum, a voz dela é assim de verdade sabiam? Pois é. E eu até que imito ela, mas não tenho voz de criança e ponto final.
Da próxima vez que me tratarem por meu anjo ou algo parecido, vou perguntar o motivo, juro que vou. Ou talvez eu simplesmente responda: "Mas quero a água Fonte de Belém tá, meu satanás?"
Não entendo qual a dificuldade que algumas (muitas) pessoas têm de nos chamar pelo nome. Dá pra entender quando, por exemplo, a criatura se chama "Onigmolino", como um senhor que conheci há alguns anos. Aí é perdoável chamá-lo pelo sobrenome, apelido, codinome ou o caralho-a-quatro, mas nomes comuns e fáceis não têm mistério, é simples e não dói. Liguei agora pouco pra pedir água mineral e a menina perguntou meu nome, eu respondi e logo ela já usou o diminutivo dele pra fazer as outras perguntas. Eu disse com todas as oito letras em alto e bom som meu nome e ela decidiu me chamar por um apelido sem eu dar essa liberdade. Tá certo que todas as pessoas que me conhecem me chamam pelo diminutivo, mas eu acabei de conhecer a "moça da água" e ela já vem com intimidades? Não gosto disso. É, eu sou chata.
Mas o pior ainda estava por vir. Perguntei quanto tempo levaria para fazer a entrega e com a maior naturalidade ela me disse: "Olha meu anjo apesar do movimento, te entrego até às 16:30". Ela me chamou de MEU ANJO! Ultrajante! Não era mais o diminutivo do meu nome, agora era um apelido carinhoso e ridículo. Sinto que agora sou íntima da moça da água, vou aproveitar e pedir dinheiro emprestado pra ela, se eu sou um anjo devo ser confiável, né? As pessoas confiam nos seus anjos. Eu nem sei se acredito em Deus, imagina em anjos? Porra, eu não sou um anjo, eu poderia ser uma assassina em série matadora de entregadores de água, aí será que ela se sentiria bem tendo sido tão minha amiga? Eu poderia ser amante do marido dela. Eu poderia ser a Suzane Richthofen. Ou pior ainda eu poderia ser a Miranda Priestly, do Diabo Veste Prada. Entendo que alguns vão dizer: "É modo de falar, não seja tão implicante", mas eu não gosto disso! Crianças podem ser chamadas de anjo, não que eu concorde, mas elas têm mais chance de pelo menos parecerem seres angelicais. E eu não sou criança, garanto que sou mais velha que a moça da água. Será que tenho voz de criança? Minha voz é de taquara rachada eu sei, mas não serve como voz de criança, né? Tipo a Iara Jamra, aquela atriz que faz a Nina no Rá-Tim-Bum, a voz dela é assim de verdade sabiam? Pois é. E eu até que imito ela, mas não tenho voz de criança e ponto final.
Da próxima vez que me tratarem por meu anjo ou algo parecido, vou perguntar o motivo, juro que vou. Ou talvez eu simplesmente responda: "Mas quero a água Fonte de Belém tá, meu satanás?"
Não leve tudo tão a sério...nem sempre o que parece ser, realmente é. Além do que, "meu anjo" pode ser tão da boca pra fora que a pessoa nem se liga que tá dizendo, tá minha florzinha! Será que assim fica menos ruim?
ResponderExcluirGrrrrrrrr
ResponderExcluirQue infortúnio esse comentário!
hehehehehehehe
eu estou achando o maximo teu blog, parabéns
ResponderExcluirI
Obrigada!
ResponderExcluirVolte sempre!
Isso me lembrou o lance dos gerúndismos... "vou estar entregando..." O que me parece é que ninguém é profissional por essas bandas... Sempre tem um jeitinho, uma bajulação, ais e uis... Inconveniências afinal.
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