quarta-feira, 25 de abril de 2012

60 horas em Sergipe - parte 1

Pois é amiguinhos, o frio nem está tão horrível assim e eu já me arrependo imensamente te ter pego aquele voo de volta a Porto Alegre. Vamos então relembrar os bons momentos passados no lindo estado do Sergipe, afinal, recordar é chorar de saudade viver!

Como é de conhecimento de todos, sou um zero à esquerda no quesito fotografia. Tanto na arte de fotografar quanto na arte de lembrar de pegar a porra da câmera para registrar os momentos. Então a foto a seguir pode muito bem ser da praia de Caiobá/PR, porque sabe como são essas coisas de internet né? Mas a intenção é que seja do Cânion do Xingó.

Grande Seu Francisco!

Para chegar nesse lugar lindo da foto a gente pega um barco na cidade de Canindé, que fica há 200 quilômetros de Aracaju. O passeio rola pelo Rio São Francisco e tem aproximadamente 3 horas de duração, incluindo 1 hora de parada para mergulhos nessa água deliciosa aí. Em vez do mergulho e pagando a módica quantia de 5 pila pode-se fazer um mega passeio de 4 minutos pelo meião do cânion num barquinho estilo gôndola veneziana, acompanhado de violinistas. Eu, super romântica que sou, obviamente fiquei no mergulho mesmo.

Na próxima foto nos deparamos com o sublime encontro de um ser com seu eu interior, num momento máximo de contato mais que direto com a natureza exuberante do sertão sergipano.

Rapaz Chá de Cogumelo

Vejam só as maravilhas que a mãe natureza nos proporciona! Dando continuidade à campanha de turismo que estou fazendo e pela qual receberei patavinas do governo de Sergipe, digo que ADOREI conhecer esse estado nordestino! Sinto porque foi pouco tempo de desfrute, mas o suficiente para degustar umas delícias gastronômicas tipo: caldo de sururu (ou foi cururu?), pilombeta (que eu nem sabia se tratar de um peixe), arrumadinho, torta de macaxeira com camarão ao molho especial e a nossa querida moqueca! Deu água na boca agora.

Como eu disse lá no começo, não tenho muitas fotos, estou na espera da gentileza dos companheiros de viagem em me enviar suas imagens. Enquanto isso, vou me despedindo com uma fotografia linda feita pelo rapaz.

Caatinga
Até breve!

Um comentário:

  1. Um mundo do tamanho do umbigo. Perfeito para se morar. Onde se vê por dentro de si próprio. A partir do cordão umbilical. Um espelho gigante natural reflete a alma das pessoas. A visão dantesca toma conta do cenário que se desvenda com o passar do tempo. Um tempo sem sincronia. Lá o tempo não tem relógio. Só é tempo e vento. O vento surge e os monstros surgem. Os homens rugem pois seus anéis se vão. Agora repousam na escuridão infinitamente verde. Na paz da solidão.

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